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cheza

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MensagemAssunto: iniciativa   Ter Nov 16, 2010 1:05 pm

fiz esse topico para que fossem discutidas iniciativas para projetos do forum e gostaria que todos os dispostos a colaborar colocassem seus nomes aqui Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy
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Chaos_Dragon

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MensagemAssunto: O auditorio   Ter Nov 16, 2010 1:11 pm

Chaos_Dragon
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Megan

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 16, 2010 1:23 pm

Very Happy Very Happy Megan Very Happy Very Happy
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Arcangel Gaburieru
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 16, 2010 5:16 pm

Arcangel Gaburieru
cheers What a Face rendeer Suspect study
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cheza

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 16, 2010 5:41 pm

obrigada a todos que participaram da primeira reunião da iniciativa cheers
o tema proposto pela maioria foi


elfos

o proximo tema sera discutido ou em enquete ou novamente em reunião com voto no dia 1 de dezembro
boa sorte aos que entraram na iniciativa e os que gostaram da ideia se juntem a nos sempre cabe mais um
Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy
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Chaos_Dragon

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 16, 2010 5:42 pm

lol! Tem meu apoio lol!
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Hunter

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 23, 2010 4:54 pm

Ainda da tempo de se juntar? \õ
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cheza

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 23, 2010 4:55 pm

sim....
coloque seu nome e poste algo com relação ao tema atual... elfos
Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy
todo mundo e bem vindo
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Dal

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 23, 2010 6:59 pm

elfos....hum

digo que não curto muito elfos, em certos contos, livros eles parecem muito esnobes e preciosos seila
sempre gostei mais de personagens com conflitos internos fortes, elfos parecem ser criaturas com emoções evoluidas d+ para sequer sentir pena ou remorso

é o que eu acho sobre eles, não curto eles mesmo
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Hunter

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 23, 2010 7:40 pm

Tem razão Dal.

Na maioria dos livros, contos e fiilmes (também em jogos eletrônicos e vários cenários de RPG), os elfos são MESMO esnobes, e arrogantes. Agem querendo ser supeiores as outras raças e até com eles mesmos! Dão mesmo a impressão de terem emoções "evoluidas d+", em outras palavras... chatos!

Isso é uma característica da raça, porém não uma REGRA. Elfos podem sim se tornar grandes vilões Twisted Evil , não é muito difícil imaginar algo assim ou também podem ser grades heróis! (Imagine um elfo no bom e velho estilo swashbuckler!) lol! , ignorando a personalidade arrogante e, err.. 'sem graça' da maioria dos Elfos.

Sobre conflitos internos, se você joga no cenário TORMENTA, sabe que o que mais eles têm é isso... sua raça e principal cidade foi destruida por inimigos goblinóides, acreditam que sua 'deusa' os abandonou e agora tem que 'engolir' a arrogância e viver entre humanos. (Mas também são raros os casos que elfos tem grandes conflitos no geral, fato.)

Claro que tu não precisa 'passar a gostar' deles só por isso. - Eu também não sou muito fã de elfos. - Isso é só um 'outro olhar' sobre a raça.

Abç. afro
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Dal

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qua Nov 24, 2010 10:07 am

bom, isso mesmo, claro que no mundo de rpg o jogador tem liberdade para fazer o que quiser como criar um elfo renegado algo assim
mas em geral continuo com a minha opinião, em geral elfos são chatos

Eu tenho 2 exemplos de elfos diferentes no rpg que estou mestrando hj em dia, uma é a própria Cheza, que é uma meia elfa, o outro é um npc meu que acabou de morrer, tbm vivia cheio de complexos e teve que engolir a sua pomposidade Rolling Eyes , hehe

vlw Very Happy
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ArcaneKnight

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MensagemAssunto: Elfos !!   Sex Nov 26, 2010 10:21 am

ArcaneKnight

Bem, aqui estou eu para discursar um pouco sobre os elfos xD [dps dessa vocês me acharam um chato].

Personalidade: Bem, o que falar sobre a personalidade élfica ? A uma primeira vista, eles são arrogantes e esnobes, não se importando muito com as outras raças. Além disso, em diversos cenários de RPG, como Tormenta, os Elfos vem de continentes distantes, e ao chegar, acabam fazendo um genocídio racial, no caso de Tormenta, com os hobgoblins. Em outros, os Elfos nasceram na própria criação do mundo, sendo assim explicada diversos de seus aspectos, como a grande inteligência e afinidade com a magia que tem, por terem passado por eras e eras aperfeiçoando-se e adquirindo conhecimentos. Ou então, como no mundo de Warcraft, eles acabam descobrindo uma fonte quase ilimitada de poder, assim, sendo moldados e alterados por ela, conseguindo uma espécie de imortalidade. Apesar disto, devido as diversas sub-raças que constituem a raça élfica, temos diversos aspectos de personalidade diferentes entre as raças, além de aspectos específicos de cada indivíduo.
Aparência: Basicamente, a duas formas de elfos existentes, que trilham caminhos diferentes na história. A primeira, e mais antiga, provém da mitologia nórdica, dizendo que os elfos eram altos, com sentidos aguçados e que eram mais próximos aos deuses que os humanos, sendo esta a fonte de inspiração que Tolkien teve para seus livros sobre a Terra-Média. Já a segunda, bem mais nova, provém de Shakespeare, que mostra os elfos diminutos, como fadas, ao invés dos seres mais altos do que antes [eu compartilho com Tolkien a idéia que Shakespeare é uma desgraça aos elfos]. Talvez uma das principais características dos elfos são suas orelhas bem alongadas, diferente das humanas, que são mais arredondadas. Entretanto, algumas sub-raças élficas apresentam um alongamento maior, como os altos-elfos e os elfos da lua, enquanto alguns como os drows apresentam orelhas mais próximas as formas humanas, apesar de manter o alongamento. Seus cabelos e olhos podem ter as mais variadas cores possíveis, apesar de certas raças terem predisposição para algumas cores, como os drows para os cabelos brancos como o gelo puro e olhos negros como a escuridão. Eles normalmente são mais altos que os humanos, além de mais esbeltos, assim, até mesmo o mais forte dos elfos não seria considerado musculoso pelos padrões humanos.
Preferências: Os elfos, como criaturas longevas, apreciam os pequenos momentos da vida, ao contrário de raças com um tempo de vida mais rápido, que rapidamente tentam alcançar seus maiores feitos antes do ocaso de seu vigor. Além disso, os elfos passam diversos anos estudando apenas um assunto, como música, poesia ou magia, sendo que muitos dedicam suas vidas inteiras ao estudo dessa última, sendo que alguns dos maiores magos do mundo são elfos. Além disso, eles tem uma afeição natural a espada longa e aos arcos, sendo que todos os elfos são peritos em seu uso, sendo que apenas os melhores das outras raças se comparam a eles.

Bem, espero que vocês não queiram me matar depois do discurso xD, afinal, creio que vai ter gente que ão saiba 1 ou 2 informações aqui [principalmente dos elfos de Shakespeare, hoje em dia pouca gente sabe mesmo].
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Kalls [Kau]

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Seg Nov 29, 2010 7:06 pm

entrando de ultima hora...
Smile Smile Smile Smile Smile Smile
kalls
cheers
to dentro
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cheza

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 30, 2010 3:29 pm

o tema da iniciativa para esse mes de Dezembro e



Deuses nordicos

ate o dia 1 de janeiro e o tempo que os membros tem para propor algo boa sorte
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Skarma
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 30, 2010 4:54 pm

Skarmenha =D
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Hunter

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 30, 2010 5:15 pm

Hunter. \o/
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Arcangel Gaburieru
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 30, 2010 7:33 pm

Bom... Por ser um tema que eu escolhi, consequentemente é um tema que gosto!
Espero que os demais também gostem e que contribuem para que esta Iniciativa bacana, montada pela Cheza, Continue!
Abraços...
Razz
cheers
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Hunter

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Nov 30, 2010 9:37 pm

Meu primeiro post "oficial" na iniciativa. lol!
Bom, temos uma quantidade boa de membros participando da Iniciativa, então resolvi "sair um pouco" do tema proposto, - Deuses Nórdicos - e fazer uma introdução à Mitologia, Cosmologia e a todo esse cenário de grandes lendas nórdicas.

A intenção é que isso ajude nos posts a seguir ou até na criação de um Rpg nesse estilo. (quem sabe né! Razz )
Então aí vai o resultado de algumas horinhas de pesquisa... espero que vocês curtam!

Um pouco sobre Mitologia Nórdica.



A mitologia nórdica, também chamada de mitologia germânica, se refere a uma religião pré-cristã, crenças e lendas dos povos escandinavos, incluindo aqueles que se estabeleceram na Islândia, onde a maioria das fontes escritas para a mitologia nórdica foram construídas. Esta é a versão mais bem conhecida da mitologia comum germânica antiga, que inclui também relações próximas com a mitologia anglo-saxônica. Por sua vez, a mitologia germânica evoluiu a partir da antiga mitologia indo-européia.

A mitologia nórdica é uma coleção de crenças e histórias compartilhadas por tribos do norte da Germânia (atual Alemanha), sendo que sua estrutura não designa uma religião no sentido comum da palavra, pois não havia nenhuma reivindicação de escrituras que fossem inspirados por algum ser divino. A mitologia foi transmitida oralmente principalmente durante a Era Viking, e o atual conhecimento sobre ela é baseado especialmente nos Eddas e outros textos medievais escritos pouco depois da cristianização.

Páginas do Edda


No folclore escandinavo estas crenças permaneceram por mais tempo, e em áreas rurais algumas tradições são mantidas até hoje, recentemente revividas ou reinventadas e conhecidas como Ásatrú ou Odinismo. A mitologia remanesce também como uma inspiração na literatura assim como no teatro e no cinema.

Pode-se dizer que a religião viking não existia sem um ritual e abordava exclusivamente o culto aos ancestrais; era uma religião que ignorava o suicídio, o desespero, a revolta e mais do que tudo, a dúvida e o absurdo. Segundo alguns autores, era "uma religião da vida".

Homenagens à Odin.



- Cosmologia -

Na mitologia nórdica, se acreditava que a terra era formada por um enorme disco liso. Asgard, onde os deuses viviam, se situava no centro do disco e poderia ser alcançado somente atravessando um enorme arco-íris (a ponte de Bifrost). Os gigantes viviam em um domicílio equivalente chamado Jotunheim (Casa dos Gigantes). Uma enorme ábade no subsolo escuro e frio formava o Niflheim, que era governada pela deusa Hel. Este era a moradia eventual da maioria dos mortos. Situado em algum lugar no sul ficava o reino impetuoso de Musphelhein, repouso dos gigantes do fogo. Outros reinos adicionais da mitologia nórdica incluem o Alfheim, repouso dos elfos luminosos (Ljósálfar), Svartalfheim, repouso dos elfos escuros, e Nidavellir, as minas dos anões. Entre Asgard e Niflheim estava Midgard, o mundo dos homens (veja também a Terra Média).

O Universo segundo a Cosmologia nórdica.


Asgard (Ásgarðr)

Asgard é o reino dos deuses, os Æsir, mundo separado do reino dos mortais, Midgard. Asgard era originalmente conhecido como Godheim (o repouso dos deuses), pois os primeiros investigadores da mitologia confundiram o nome do mundo dos deuses com o seu castelo mais importante e, neste caso, Godheim se tornou Asgard em muitas fontes históricas.

Os muros que cercam Asgard foram construídos por um gigante (identificado freqüentemente e equivocadamente como Hrimthurs). Como pagamento por seu trabalho, ele deveria receber a mão de Freya em casamento que é uma das deusas mais belas e também Deusa da fertilidade, do sol e da lua. O acordo só valeria desde que o trabalho fosse terminado dentro de seis dias. O gigante possuia um cavalo muito rápido e forte. Com o intuito de evitar honrar o acordo, Loki por ciúme da deusa e tentando agradar seu pai Odin transformou-se em uma égua e no último dia do acordo ele seduziu o cavalo mágico do gigante, Svadilfari. Deste modo, o trabalho não foi terminado a tempo, e os deuses conseguiram evadir-se do pagamento. Loki em compensação pela "distração" do cavalo do gigante pariu Sleipnir, o cavalo de 8 patas que posteriormente, foi dado a Odin como um presente.

Asgard.



Midgard

O mundo de Midgard localiza-se no meio de Yggdrasil, cercado por um mundo de água ou oceano, cuja passagem é intransponível. O oceano é habitado pela enorme serpente marinha Jormungard, que circula todo o mar, formando um anel que impede a passagem de quaisquer seres ao agarrar sua própria cauda. O nome original do que hoje é chamado Midgard era conhecido como Mannheim (lar dos homens), mas os primeiros pesquisadores da mitologia confundiram a região como se fosse o castelo mais importante do local. Logo, Midgard, em algumas fontes antigas, era a mais imponente construção do mundo dos homens, Mannheim.

Midgard. (Wallpaper por cortesia da casa. ^^)



Jotunheim

Jotunheim é o mundo dos gigantes (de dois tipos: rocha e neve, chamados coletivamente de Jotuns) na mitologia nórdica. A partir deste mundo, os gigantes ameaçavam os seres humanos em Midgard e os deuses em Asgard (cujos mundos são separados pelo rio Iving). A cidade principal de Jotunheim é Utgard. Gastropnir, lar de Menglod; e Thrymheim, repouso de Tiazi, era ambos lugares situados em Jotunheim, que era governado pelo rei Thrym.

Jotunheimen é também o nome de uma cadeia de montanhas na Noruega. O pico mais elevado das montanhas, Galdhøpiggen (2469 metros), é também o lugar mais alto da Escandinávia.

Jotunheim - Lugar grande apesar da foto pequena. <o"



Vanaheim

Vanaheim é o repouso dos Vanir. Este mundo estaria situado em Asgard, no nível mais elevado do universo. Os Vanir eram, geralmente, os deuses mais benevolentes, relacionados à agricultura e à natureza, ao contrário dos Æsir, que eram considerados deuses da guerra e extremamente passionais.

Os Vanir guerrearam momentaneamente com os Æsir na Guerra dos Deuses, mas se fez rapidamente a paz. Frey, Freya e Njord são considerados os três principais deuses Vanir.

Vanaheim é considerado um dos Nove Mundos da Mitologia Nórdica por causa de sua menção no Alvíssmál e também porque é considerado o lugar de nascimento de Njord, para onde o deus retornará durante o Ragnarok. Isto parece implicar que o Vanaheim não será afetado pelo Ragnarok. Provavelmente não haverá informações adicionais sobre o lugar, pois pouca informação sobre este mundo sobreviveu até hoje.

Vanaheim - Possivelmente o local mais calmo da Mitologia Nórdica.



Álfheim

Álfheim (Álfheimr em nórdico arcaico, "lar dos elfos") é o domicílio dos Álfar 'Elfos' na mitologia nórdica. É também um nome antigo para o território que existe entre o que, atualmente, é o rio Glomma na Noruega e o rio do Göta älv na Suécia.

Álfheim - Vanaheim pela paisagem, Álfheim pela companhia.



Musphelhein

Musphelhein (ou Musspell) significa "Casa da Desolação" e também é conhecido como "País do Fogo". Era uma zona quente de onde se dizia terem originado os primeiros seres vivos. Situa-se no Sul, logo abaixo do disco de Midgard, por oposição a Niflheim no Norte. É o lar dos gigantes de fogo e de seu mestre, Sultur, o eterno companheiro do fogo, como é mencionado na Edda Poética; é o mais poderoso deles e diz-se que será quem combaterá os sobreviventes do Ragnarok.

A partir das faíscas de Muspelheim foram criados os planetas, cometas e estrelas.

Musphelhein - Batalhas épicas entre gigantes? Heh, apenas passa-tempo.



Svartálfar

Os Svartálfar ("elfos negros") ou dökkálfar ("elfos escuros") são seres sobre-humanos (vættir ou wights, em nórdico arcaico), que eram conhecidos como residentes do mundo subterrâneo de Svartalfheim. Assim como os trolls, são relacionados freqüentemente com os anões e sua moradia também pode se confundir com Nidavellir, no subsolo de Midgard, quase tão distante quanto Helheim.

Svartálfar - Lugar de criaturas da noite e um PÉSSIMO lugar pra férias!



Nidavellir

Nidavellir, "os campos escuros" é a terra dos anões na mitologia nórdica. É freqüentemente confundido com Svartalfheim. Nidavellir fica nos subterrâneos de Midgard mas separado de Niflheim e de Svartalfheim.

Nidavellir - "Nunca fique entre um anão e seu inimigo, ou, sua cerveja!" - Ditado popular.



Niflheim

Niflheim ("Mistland") é o reino do gelo e do frio. Está localizada ao norte de Ginungagap e lá reside os anões e gigantes de gelo, em companhia dos que não morrem em batalhas (os guerreiros mortos em batalha vão para o Valhala). Niflheim é governada pela rainha do inferno (Helgardh), Hel, filha de Loki com uma gigante, sendo que a mesma foi pessoalmente apontada por Odin para esta posição. Metade do corpo de Hel é normal, enquanto que a outra metade se encontra apodrecida. Nilfheim é dividida em diversos níveis. Um destes níveis foi projetado para os heróis e deuses, onde Hel preside as festividades entre eles. Outro nível é reservado para as pessoas idosas, os doentes e aqueles que foram incapazes de morrer gloriosamente no meio da batalha e entrar no Valhala. O nível mais baixo de Nilfheim se assemelha a versão cristã do inferno, onde os maus são forçados a viver para sempre.

Em alguns trechos da mitologia nórdica é dito que as raízes mais profundas da árvore Yggdrasil estão enterradas nesta região. É também em Niflheim que reinam os Nibelungos.

Niflheim - O Inferno "de gelo?" Oô





- Völuspá : a origem e o final do mundo -

A origem e o final eventual do mundo são descritas em Völuspá ("A profecia dos Völva"), um dos poemas mais impressionantes no Edda poético. Estes versos assombrados contêm uma das mais vívidas criações em toda a história religiosa e representa a destruição do mundo, cuja originalidade está na sua atenção aos detalhes.

No Völuspá, Odin, deus principal do panteão dos nórdicos, conjura do espírito de um Völva morto (Shaman ou Sybil) e requer que este espírito revele o passado e o futuro. O espírito se mostra relutante: "O que você pede de mim? Porque você me tenta?"; mas como ela se encontra morta, não mostra nenhum medo de Odin, e continuamente o pergunta, de forma grosseira: "Bem, você quer saber mais?" Mas Odin insiste: se deve cumprir sua função como o rei dos deuses, deve possuir todo o conhecimento. Uma vez que o sybil revela os segredos de passado e de futuro, cai para trás em forma de limbo: "Eu dissiparei agora".

Völuspá - Um dos contos mais famosos do edda poético.


O passado

No início havia somente o mundo das névoas, Niflheim e o mundo de fogo, Musphelhein, e entre eles havia o Ginungagap, "um grande vazio" no qual nada vivia. Em Ginungagap, o fogo e a névoa se encontraram formando um enorme bloco de gelo. Como o fogo de Musphelhein era muito forte e eterno, o gelo foi derretendo até surgir a forma de um gigante primordial, Ymir, que dormiu durante muitas eras. O seu suor deu origem aos primeiros gigantes. E do gelo também surgiu uma vaca gigante, Audumbla, cujo leite jorrava de suas tetas primordiais em forma de 4 grandes rios que alimentavam Ymir. A vaca lambeu o gelo e criou o primeiro deus, Buro, que foi pai de Borr, que por sua vez foi pai do primeiro Æsir, Odin, e seus irmãos, Vili e Ve. Então, os filhos de Borr, Odin, Vili e Ve, destroçaram o corpo de Ymir e, a partir deste, criaram o mundo. De seus ossos e dentes surgiram as rochas e as montanhas e de seu cérebro surgiram as nuvens.

Os deuses regularam a passagem dos dias e noites, assim como das estações. Os primeiros seres humanos eram Ask (carvalho) e Embla (olmo), que foram esculpidos em madeira e trazidos à vida pelos deuses Odin, Honir/Vili e Lodur/Ve. Sol era a deusa do sol, filha de Mundilfari e esposa de Glen. Todo dia, ela montava através do céu em sua carruagem puxada por dois cavalos nomeados Alsvid e Arvak. Esta passagem é conhecida como Alfrodul, que significa "glória dos elfos", que se tornou um kenning comum para o sol. Sol era perseguida durante o dia por Skoll, um lobo que queria devorá-la. Os eclipses solares significavam que Skoll quase a capturava. Na mitologia, era fato que Skoll eventualmente conseguia capturar Sol e a devorava; entretanto, a mesma era substituída por sua filha. O irmão de Sol, a lua, Mani, era perseguido por Hati, um outro lobo. Na mitologia nórdica, a terra era protegida do calor do sol por Svalin, que permanecia entre a terra e a estrela. Nas crenças nórdicas, o sol não fornecia luz, que emanava da juba de Alsvid e Arvak.

A Sybil descreve a enorme árvore que sustenta os nove mundos, Yggdrasil e as três Nornas (símbolos femininos da fé inexorável, conhecidas como Urðr (Urdar), Verðandi (Verdante) e Skuld, que indicam o passado, a atualidade e futuro), as quais tecem as linhas do destino. Descreve também a guerra inicial entre o Æsir e o Vanir e o assassinato de Balder. Então, o espírito gira sua atenção ao futuro.



O futuro

A visão antiga dos nórdicos sobre o futuro é notavelmente sombria e pálida. No final, as forças do caos serão superiores em número e força aos guardiões divinos e humanos da ordem. Loki e suas crianças monstruosas explodirão suas uniões; os mortos deixarão Niflheim para atacar a vida. Heimdall, guardião das divindades, convocará os deuses com o soar de sua trombeta de chifre. Se seguirá uma batalha final entre ordem e caos (O Ragnarök), que os deuses perderão, como é seu destino. Os deuses, cientes de sua sina, recolherão os guerreiros mais finos, o Einherjar, para lutar em seu lado quando este dia vier. No entanto, no final, seus poderes serão pequenos para impedir que o mundo caia no caos onde ele se emergiu, e os deuses e seu mundo serão destruídos. Odin será engolido por Fenrir, o lobo. Mesmo assim, ainda haverá alguns sobreviventes, humanos e divinos, que povoarão um mundo novo, para começar um novo ciclo.

Ragnarök - O fim do ciclo!


-
Bom, é isso galerinha!
Espero que tenham gostado. afro
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Arcangel Gaburieru
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qui Dez 30, 2010 8:18 pm

Excelente Postagem Hunter. . .
Massa demais! tongue
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Arcangel Gaburieru
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qui Dez 30, 2010 8:49 pm

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
Iniciativa: Deuses Nórdicos




ODIN


Odin ou Ódin (em nórdico antigo: Óðinn) é considerado o deus principal da mitologia nórdica.

Seu papel, como o de muitos deuses nórdicos, é complexo; é o deus da sabedoria, da guerra e da morte, embora também, em menor escala, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça.

Odin morava em Asgard, no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, e onde se encontra seu trono, o Hliðskjálf, desde onde podia observar o que acontecia em cada um dos nove mundos. Durante o combate brandia sua lança, chamada Gungnir, e montava seu corcel de oito patas, chamado Sleipnir.

Era filho de Borr e da jotun ("gigante") Bestla, irmão de Vili e Ve, esposo de Frigg e pai de muitos dos deuses. tais como Thor, Baldr, Vidar e Váli. Na poesia escáldica faz-se referência a ele com diversos kenningar, e um dos que são utilizados para mencioná-lo é Allföðr ("pai de todos").

Como deus da guerra, era encarregado de enviar suas filhas, as valquírias, para recolher os corpos dos heróis mortos em combate,[5] os einherjer, que se sentam a seu lado no Valhalla de onde preside os banquetes. No fim dos tempos Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Nesta batalha o deus será morto e devorado pelo feroz lobo Fenrir, que será imediatamente morto por Vidar, que, com um pé sobre sua garganta, lhe arrancará a mandíbula.



Origens do nome

Os nomes do deus são encontrados em nórdico arcaico (ou Old Norse) Óðinn (Saxo Grammaticus, latinizando escreve Othinus), no germano Wotan e no primitivo germânico sob a forma de Wodanaz, no gótico, Vôdans, no dialeto das ilhas Feroé (nas costas da Noruega), Ouvin, no antigo saxão, Wuodan, no alto alemão, Wuotan, enquanto que entre os lombardos e na região da Vestefália aparece Guodan ou Gudan, e na Frísia, Wêda. Nos dialetos dos alamanos e borgundos temos a expressão Vut, usada até hoje no sentido de ídolo. Essas denominações estão ligadas pela raiz, no nórdico arcaico, às palavras vada e od, e, no antigo alto alemão, a Watan e Wuot, que significavam a princípio razão, memória ou sabedoria. Mais tarde tornaram-se equivalentes a tempestuoso ou violento, sentido que os cristãos faziam empenho de acentuar, procurando depreciar a figura do deus nórdico.
Georg von Rosen - Oden som vandringsman (Odin, o Viajante), 1886


Dia da semana de dedicação

A quarta-feira, dia que era/é dedicado ao deus, tomou as denominações, no inglês, wednesday (antigo saxão, wôdanes dag, anglo-saxão, vôdnes dag), no holandês, woensdag (médio-neerlandês, woensdach), no sueco e dinamarquês, onsdag (Old Norse, odinsdagr), e no dialeto da Vestefália, godenstag ou gunstag..



Citações na Edda Poética

Na Edda Poética, o maior ciclo é naturalmente o do deus supremo, compreendendo as seguintes baladas: Baldrs Draumar (Os Sonhos de Baldr), Hárbarzljóð (A Balada de Harbard), Vafþrúðnismál (A Balada de Vafthrudnir), Grímnismál (A Balada de Grimnir) e Hávamál (As Máximas de Hár).

Odin se apresenta sob diversos nomes nas baladas édicas, de acordo com as exigências da situação. Sabemos, pela Völúspa (A Profecia da Vidente) e Hyndluljóð (A Balada de Hyndla), que ele é filho de Bur. As elevadas designações de velho criador e pai dos homens, que o poeta anônimo lhe deu em Baldrs Draumar e no Vafþrúðnismál, bem como a informação de que Odin dera o fôlego (Völuspá) a um casal inanimado, não deixa dúvidas sobre uma interferência na criação da humanidade. No Grímnismál há o cognome de príncipe dos homens, na Lokassena (A Altercação de Loki) de pai das batalhas, na Völuspá, de pai dos exércitos, e no Grípisspá (A Profecia de Gripir), de pai da escolha ou pai dos mortos em batalha.





Personalidade

Em linguagem corrente nos países escandinavos e no norte da Alemanha, conforme observa-se entre pessoas cultas, são usadas as expressões zu Odin fahren ou hei Odin zu Gast sein, e far þu til Odin ou Odins eigo þik, citadas também por Jacob Grimm, para imprecações equivalentes a vá para o diabo, ou o diabo que o carregue. É uma tendência malévola que se explica, não só pela ação do cristianismo, mas ainda pelas atitudes violentas e sombrias que o deus tomava, infligindo castigos inflexíveis, como o sono imposto à (valquíria) Brynhild por esta tê-lo desobedecido, e atravessando os ares com seu exército de maus espíritos, nas noites de tempestades, nas chamadas Caçadas Selvagens.

Sobre o Eddas, sabe-se que foram escrítos no início da idade das trevas, porém é de conhecimento, que as tradições que a originaram e eram transmitidas oralmente, datam de mais de três mil anos A.C


Virtudes

Cabe-nos mencionar, finalmente, o aposto de “pai da magia”, constante do Baldrs Draumar, confirmado no seu próprio depoimento do Hávamál (parte IV), em que nos descreve seu próprio sacrifício: feriu-se com a lança e suspendeu-se numa árvore, onde permaneceu nove dias agitado pelos ventos; esta árvore é Yggdrasill, o freixo do mundo. Tudo isso visando à iniciação na sabedoria das runas, tendo até criado algumas delas, tornando-se senhor do hidromel dos poetas, licor mágico que profere vaticínios.

Quanto ao elevado saber de Odin, relata-se que nem sempre foi assim, sábio e mágico poderoso; ávido por conhecer todas as coisas, quis beber da fonte da Sabedoria, onde o freixo Yggdrasill mergulha uma das raízes; mas Mímir, seu tio, o guardião da fonte, sábio e prudente, só lhe concedeu o favor com a condição de que Óðinn lhe desse um de seus olhos. Ele então encontrou na água da fonte milagrosa tanta sabedoria e poderes secretos que pôde, logo que Mímir foi morto na guerra entre os Æsir e os Vanir, lhe conferir a faculdade de renascer pela sabedoria: sua cabeça, embalsamada graças aos cuidados dos deuses, é capaz de responder a todas as perguntas que lhe dirigem. Após adquirir tantos conhecimentos, procurava depois revelá-los em duelos de palavras, em que aposta a vida e sai sempre ganhado. Além do mais, por várias vezes se dirige a profetisas e visionárias, pedindo informações estranhas, dando-lhes em paga ricos presentes.




Cultação

Desse modo, vemos que Óðinn, na concepção do poeta édico, é criador da humanidade, detentor supremo do conhecimento, das fórmulas mágicas e das runas, invocado por ocasião das batalhas, durante os naufrágios e as doenças, na defesa contra o inimigo, e afinal em qualquer situação desesperadora. Altares se elevavam em sua honra.


Símbolos

Nas baladas da Edda, o deus supremo está em ligação com símbolos, emblemas e certos elementos adequados às diversas circunstâncias em que aparece. Assim, no Valhöll (Valhalla), tem o seu grande palácio onde recebe e aloja os guerreiros mais valorosos, e em outro dos seus três salões em Ásgarðr (Asgard), o alto Valaskjalf, senta-se no trono Hliðskjalf (Hlidskialf), de onde é possível enxergar o mundo inteiro e acompanhar todos os acontecimentos da vida. A seus pés, deitam-se os dois lobos Geri e Freki, símbolos da gulodice, que o acompanham em suas caçadas e lutas, alimentando-se dos cadáveres dos guerreiros. Nos seus ombros estão os dois corvos Munin e Hugin, a sussurrar-lhe o que viram e ouviram por todos os cantos. Quando se encaminha a uma batalha, o que é freqüente, usa armadura e elmo de ouro, trazendo nas mãos o escudo e a lança Gungnir, que tem runas gravadas no cabo, montando seu famoso corcel de oito patas, Sleipnir, que tem a faculdade de cavalgar no espaço, por cima das terras e águas.




Disfarces

Em muitas passagens, descrevem-se as andanças de Odin, em que se apresenta sob o disfarce de um viajante baixo e de cabelos escuros, envolvido numa enorme capa azul ou cinza, com um chapéu de abas largas, quebradas acima do olho perdido e o outro olho negro faiscante, como nas baladas édicas Vafþrúðnismál e no Grímnismál, e com os nomes significativos de Gagnrad (o que determina a vitória), Grimnir (o disfarçado), além do Hávalmál (parte III) e nos Baldrs Draumar, respectivamente com os nomes Hár (o elevado, o eminente, o sublime) e Vegtam (o acostumado aos caminhos).

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-- Bom... É isso!

Espero que Gostem! scratch
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Tiberius

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qui Dez 30, 2010 10:07 pm

Boa Gabu ^^... Adoro as mitologias, principalmente a Nórdica e a Grega Wink ...
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cheza

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Ter Jan 04, 2011 7:07 pm

o tema desse mes de janeiro
e terror/horror
boa sorte gente


Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy



cheers cheers cheers cheers cheers

Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
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Hunter

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qua Jan 05, 2011 6:10 pm

Não vou sair muito do tema proposto pela iniciativa, então aqui vai o post, na forma de um Conto sobre as criaturas que - apesar de clichê ^^ - não podem faltar num jogo de terror / horror.

Descrevi na minha visão de como seria um bom jogo do estilo, com uma boa dose de suspense e sem forçar muito as cenas de horror (pra não acabar virando comédia! <o")

Espero que gostem! afro

Monstros... Monstros por toda parte...



Eles povoam a nossa imaginação. Ocultam-se sob nossas camas. Rastejam nos obscuros recessos de nosso inconsciente primitivo.
Não há fuga, não há refúgio a — coisa vai pegar você...

O que é? Por que o tememos? Qual é o seu nome?

Sempre tivemos nossos demônios. Há muito inflamam a imaginação romântica de sacerdotes e poetas.Houve um tempo em que os denominamos Trolls;
depois foram chamados de Diabos, e então vieram as Bruxas misturando poções maléficas em seus caldeirões. Ainda mais tarde, dizia-se que o Monstro era o
Lobo Mau, o Bicho Papão, o Godzilla do terror da Guerra Fria. Por fim, alguns chamaram-no de intolerância e boçalidade.

Durante algum tempo tentaram convencer-nos de que monstros não existem, que tudo no universo tinha, ou logo viria a ter, uma explicação racional.
Mas agora sabemos a verdade. Reatamos nossas relações com a Besta. Aprendemos o seu verdadeiro nome.

Tivemos um lampejo da realidade e enxergamos a verdade por trás do véu...




"Achamos aquilo a que concedemos tantos
nomes — a fonte de nosso terror mortal.
Descobrimos o inimigo... e SOMOS NÓS!"



Os Amaldiçoados.

Por onde começar? Você me pergunta... Ah meu caro, do assunto que falaremos, os séculos já viram muita tinta ser derramada. Surpreende-me a regularidade com a qual os mortais esbarram em verdades e meias verdades,
algumas delas bastante profundas pela mais ardilosa das filosofias;e então, alheios ao que descobriram, prosseguem discutindo generalidades de natureza absolutamente equivocada.
Para vós, mortais, somos monstros, mas também heróis... a encarnação de metáforas sombrias e de desejos reprimidos, a aristocracia dos contos de fadas tão amados pelas crianças.
Somos uma superstição infundada, um gênero artístico, uma condição psicológica, um anseio feito carne, uma exteriorização do complexo culpa-desejo-violência, e muitas
outras coisas... -
A voz é feminina e calma, e, a postura particularmente relaxada, com o tronco curvado pra frente contrastam com a velha casa,
a parca iluminação de velas e com o homem amarrado pelos pulsos na velha cadeira de mogno.
-



A BESTA

Ah... creio que já deve ter falado da Besta... hum? Não? Você não está tão a par dos fatos como imaginei, mas... vamos lá... A Besta luta constantemente para libertar-se, e apenas os mais fortes conseguirão impedi-la
de escapar. As vezes, ela rompe seus grilhões e foge amotinada até ser recapturada. A tensão do autocontrole e as memórias vergonhosas do fracasso em mantê-lo são difíceis de ser superadas.
Sim, nós também falhamos... surpreso? - Ela avançou chegando bem próximo ao homem preso a sua frente, a expresão de pânico dele era clara. - A fome... mas não a fome que sobrepuja vocês, mortais! A fome de sangue... ela faz com que a Besta se liberte... Um de nós que fique por muito tempo sem se alimentar está cada vez mais perto de enfrenta-la.. O que?... Sim, claro! Nos alimentamos também!

Uma fúria insana, ou como nós preferimos... a frenesi toma conta de um vampiro que não se alimentou recentemente... - ela então faz uma pausa, e lambe a parte inferior dos lábios enquanto toca o rosto de sua "presa" com as costas da mão esquerda. - E aí, a Besta sai vitoriosa, e nos transformamos verdadeiramente em monstros. A Besta reside no coração e nos dirige para o mal...


OS FARDOS DA IMORTALIDADE

Ah, meu caro... olhe para aquilo no chão. Uma arma, uma das quais vocês mortais usam para dilacelarem-se entre si. Se ao menos soubessem o que está atras do véu... Quantas vezes você atirou? Seis ou sete?... Não, não quero dizer que somos imortais! Nós apenas não morremos por meios naturais. E por favor, pare de me interromper! Deixe-me retomar... Muitos vampiros recém-criados, depois de superarem o choque da Mudança e começarem a adaptar-se à nova situação, rejubilam-se ao perceberem que têm uma eternidade pela frente. Confesso eu mesma ter esboçado tal reação. Trata-se contudo de mais uma faca de dois gumes é outra porta pela qual a Besta pode entrar. Considere, por exemplo, ter de presenciar seus entes queridos, até mesmo seus filhos e netos, envelhecerem e morrerem, enquanto você permanece forte e vigoroso.
A imortalidade nos obriga a viver completamente fora da sociedade mortal, ou pelo menos a nos mudar uma vez a cada década, de modo que não descubram que não envelhecemos. A História passa por nós como um raio, deixando-nos intocados...


Desculpe-me meu caro, eu tenho falado demais. Permite-me tomar uma bebida? - ela afasta-se indo em deração a uma velha estante, onde há uma jarra de bronze e um cálice. Em seguida a dama pega a jarra e a vira sobre o calice, enchendo-o com uma bebida espessa. - Não irei oferecer a você, perdoe minha falta de educação... mas creio que você não aprecie.



CAÇADORES
"Não se manda a ovelha matar o lobo." -cheza.


- A dama então bebe o calice todo em um ou dois goles. - É uma pena, está frio... Hum? Droga, já disse pra parar de me interromper! - A expressão gentil dá lugar a um olhar sério, de raiva talvez. - Mas em resposta a tua pergunta, a bebida era sangue... que na minha opinião, perde totalmente o gosto quando está frio... - um olhar malicioso e particularmente insano toma conta do rosto da senhorita, em contrapartida, os olhos vidrados de pânico do homem preso a cadeira não paravam de fitar a moça. -

Bom, agora... deixe-me falar sobre os Caçadores. Pessoas assim como você que enxergaram a verdade por tras do véu e simplesmente tentam nos destruir! - a última frase soa bastante irritadiça, a medida em que a dama se aproxima de sua 'presa' -
Podemos sim encontrar o fim eterno, por exemplo, pela luz do sol... essa é uma maldição que todos de minha espécie carregam. Há vários e vários outros motivos, porém não há uma regra, cada vampiro tem suas próprias fraquesas. Estacas não nos matam como dizem os filmes, apenas nos deixam em um estado de torpor... O lobo incapacitado por um simples pedaço de madeira, cômico não? Hum.. vocês são os caçadores?! CHEGA! - o grito da dama ecoa e logo em seguida o som de um tapa acertando em cheio a face do homem, fazendo sua cabeça virar. A dor que ele sentia era indescritível, quase o fazendo perder a consiência. Seu maxiliar havia partido e uma boa quantidade de sangue ecorria pelo canto de sua boca. -


Oh, desculpe minha indelicadeza meu caro... porém você mereceu, não parava de me interromper. Bom... pelo menos agora você não irá mais atrapalhar.... - ela se recompoe do golpe desferido e volta os olhos para o homem que agora tinha uma expressão de dor, enquanto o sangue não para de escorrer. A dama não consegue tirar os olhos do sangue de seu prisioneiro, como se estivesse hipnotisada. -

O ABRAÇO

Creio que nossa agradável conversa tenha chegado ao fim, é uma pena... Ah claro! Há mais um detalhe que quero que você saiba...... dois na verdade. É uma pena ter partido seu maxilar... me agradaria muito ouvir sua voz aterrozida perguntar "quais".

Mas... como nada na vida, ou na morte é perfeito, vou proseguir assim mesmo. Gostaria de conta-lo sobre nossa natureza, não que você já não tenha notado nas entrelinhas. - Ela sorri, sadicamente. - Somos MONSTROS, não importa o que parecemos ou o que fazemos! Todos, e quando digo todos quero dizer sem exeção... todos os vampiros visam apenas os SEUS interesses, ou os de seu grupo. Não a nada que o rebanho, ah, perdoe-me! Nada que vocês mortais possam fazer a respeito. - A dama se aproxima, postando-se ao lado do prisioneiro, e, curva o tronco pra frente, fazendo com que seu rosto fique ao lado do rosto do homem. - Deixar-se seduzir por uma bela dama, no caso, por um vampiro... é sem dúvida nenhuma abraçar a morte... - a voz dessas ultimas palavras saem baixas, num sussurro quase que imperseptível. -

Ah, o abraço... para o rebanho, é apenas o fim! Mas, meu caro... para nós é o INÍCIO de tudo! - A jovem parece entusiasmada ou até exitada com o momento. O horror pode ser percebido a metros do prisioneiro, que agora se debate na cadeira tentando se safar, e, conseguindo apenas que a cadeira velha caia pra tras com ele. A dama debruça-se rapidamente sobre ele e com caninos afiados (que ele não tinha visto até então), ela disfere uma mordida no pescoço dele, fazendo um belo estrago. Rapidamente uma grande poça de sangue espalhase pelo chão da velha sala. A dama antes calma e 'gentil', agora encontra-se debruçda sobre o caçador, com os dentes cravados em seu pescoço. A 'presa' se debate muito, nada de mais para a vampira, que onsegue manter a torax e a cabeça dele imovéis com apenas uma mão. Até que, finalmente... ele para de se debater. Logo apenas um corpo imóvel deitado sobre uma grande poça de sengue. A assassina, finalmente termina sua refeição e se levanta passando o ante braço sobre a boca [...] -


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Arcangel Gaburieru
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qui Jan 06, 2011 2:11 pm

affraid Manolo. . .
Muito foda essa postagem.
Visual ficou massa. Very Happy
Parabéns Hunter, Postagem excelente!!!
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cheza

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MensagemAssunto: Re: iniciativa   Qui Fev 03, 2011 8:27 pm

bom o tema desse mes de fevereiro e

anjos e demonios
boa sorte com as postagens Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy
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MensagemAssunto: Re: iniciativa   

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iniciativa
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